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ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA | DIOCESE DE QUIXADÁ 15/08/2019

Em 1º novembro de 1950, o papa Pio XII, com a publicação da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, proclama o dogma da Assunção de Maria: “Pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e em nossa própria autoridade, pronunciamos, declaramos e definimos como sendo um dogma revelado por Deus: que a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, tendo completado o curso de sua vida terrena, foi assumida, corpo e alma, na glória celeste”. Celebrar a solenidade da Assunção de Nossa Senhora é contemplar a grandeza do poder de Deus, manifestado naquela que trouxe ao mundo o Salvador, a Virgem Maria.

Como nos diz São João Damasceno: “Convinha que aquela que no parto manteve sem mancha virgindade, conservasse o corpo incorrupto mesmo depois da morte…”. Portanto, os méritos que a Virgem recebe não é um privilégio particular, mais em vista de ser a Mãe de Jesus Cristo. Foi agraciada desde a concepção no seio de sua mãe Santa Ana, sem mancha alguma de pecado. Tota pulchra es, Maria! Festejar esse magnifico ato é fato, na liturgia, é para nós cristãos católicos uma antecipação da glória futura, que há de vim, para nós filhos adotivos de Deus e membros do Corpo de Cristo, pelo batismo. Essa liturgia nos convida a renovar a esperança de vencermos o pecado e a vivermos eternamente com Cristo, pois esta é a nossa vocação, a santidade. Superando também, os sinais de uma cultura de morte que constantemente tenta roubar de nós a certeza de dias melhores.

Rendamos graças a Deus por meio da sua Igreja que nos proporciona celebrar essa solenidade, e nos convida a entrar no mistério da nossa Redenção revelada na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, que cada solenidade nos dar, pois Deus é o Santo dos Santos.

Pe. Sérgio Tomaz
Vice-reitor do Seminário Diocesano